22 anos de prática clínica. Duas imersões na China. Pioneiro do New Seitai em Minas Gerais. Uma forma de ler o corpo que não segue o protocolo convencional. Porque foi construída bem além dele.
Fábio Pense
CRAE-MG 2234 · Lourdes, Belo Horizonte
Aprendi na China que o corpo fala uma linguagem que os exames não capturam. O que dói raramente é a origem. A origem fica escondida onde ninguém ainda procurou.
Comecei minha trajetória no Brasil, mas foi o contato com casos que não respondiam aos tratamentos convencionais que me levou a buscar respostas além das fronteiras. Em 2010, embarquei para a China pela primeira vez para estudar diretamente no berço da Medicina Tradicional Chinesa.
Vivenciei diretamente clínicas e hospitais chineses, acompanhando casos que os protocolos ocidentais não haviam conseguido resolver. Voltei diferente. Não apenas com técnicas novas, mas com uma forma diferente de fazer perguntas.
Em 2019, retornei à China com mais de uma década de prática entre as duas viagens. Essa segunda imersão consolidou o que já havia intuído: o ponto que muda tudo raramente é o ponto que dói. Ele fica escondido, esperando ser visto por alguém que aprendeu a olhar além.
Consultório em Lourdes, BH — diplomas da formação direta na China (2010 e 2019) ao fundo.
Em 2010 e 2019, Fábio estudou diretamente na China, no Centro Universitário de Medicina Tradicional Chinesa. Não como turista da medicina. Como clínico em formação, dentro dos hospitais.
Quando a medicina integrativa no Brasil ainda era tratada como alternativa, Fábio estava na China, dentro de clínicas e hospitais chineses. Estudou no Centro Universitário de MTC via WFAS, acompanhando casos e assimilando uma lógica diagnóstica completamente diferente da ocidental.
A segunda viagem aconteceu com quase uma década de prática clínica acumulada. O que em 2010 era aprendizado puro, em 2019 virou consolidação. Com pacientes, casos reais e a experiência hospitalar de anos, Fábio voltou à China para entender o que já havia vivenciado com mais profundidade.
"O que aprendi na China não cabe em um protocolo. Muda como você lê o corpo, onde você procura e, principalmente, o que você pergunta antes de qualquer toque."
Fábio Pense · CRAE-MG 2234Durante aproximadamente 15 anos de atuação hospitalar contínua, Fábio chegou a atender mais de 70 pacientes em um único dia. Esse volume não é detalhe. É onde a precisão diagnóstica se forma.
Quando você vê um padrão repetido em centenas de casos, começa a reconhecer o que não está nos livros. A origem da dor que o exame não captura. O ponto que ninguém tocou. A pergunta que nenhum protocolo inclui.
A formação acadêmica dá o vocabulário. A experiência hospitalar dá o instinto. As imersões na China dão a visão de sistema. É essa combinação que está disponível na avaliação integrativa.
Especialista em Saúde Integrativa com registro CRAE-MG 2234. Formado em Acupuntura Chinesa pelo INCISA/IMAM e em Quiropraxia pelo IBRAQUI/SP. Mais de 33 especializações acumuladas desde 2004 em MTC, técnicas japonesas e abordagens funcionais.
CRAE-MG 2234 · 33+ especializações15 anos de atuação hospitalar contínua. Mais de 70 pacientes atendidos em um único dia. Um volume de casos que forma um repertório diagnóstico que nenhum curso consegue replicar.
15 anos · 70+ pacientes/diaDois períodos na China (2010 e 2019), estudando diretamente no Centro Universitário de MTC. Vivência em clínicas e hospitais chineses com casos que os protocolos ocidentais não conseguiram resolver.
2010 e 2019 · China · WFAS18 anos formando profissionais de saúde em todo o Brasil. Mais de 8.000 fisioterapeutas, acupunturistas, terapeutas e profissionais de saúde integrativa passaram pelas formações do Fábio.
18 anos · 8.000+ profissionaisResponsável pela introdução do New Seitai em Minas Gerais e em Belo Horizonte. Uma técnica japonesa que combina ajuste vertebral, acupressão e trabalho de cadeia muscular de forma integrada.
Pioneiro em MG · Nova técnicaMais de 350 avaliações cinco estrelas no Google Meu Negócio. Cerca de 90% dos pacientes relatam alívio perceptível já na primeira sessão. Atendimento particular em Lourdes, Belo Horizonte.
350+ avaliações 5★ · ~90% alívio na 1ª sessãoDo primeiro curso em 2005 ao treinamento avançado na China em 2019. Certificações no Brasil, no Japão e na China, por instituições como WFAS, IBRAQUI, INCISA/IMAM e KEIKOS.
Nenhum paciente usa todas as técnicas. A combinação é definida na avaliação, com base no quadro específico de cada pessoa.
Diagnóstico e tratamento do sistema neuromusculoesquelético com raciocínio funcional integrado. Trata a cadeia que gerou o problema, não apenas o ponto de dor.
Técnica japonesa introduzida em MG pelo Fábio. Ajuste vertebral, acupressão e trabalho de cadeia muscular numa abordagem mais suave e profunda.
Formação direta na China em 2010 e 2019. Integrada ao protocolo de cada caso, nunca como técnica isolada.
Diagnóstico por palpação e agulhas mais finas. Para pacientes com alta sensibilidade ou histórico de reações adversas à acupuntura convencional.
Terapia craniana que atua em desequilíbrios que partem da cabeça e se distribuem por toda a coluna. Especialmente eficaz em tensão cervical e cefaleias estruturais.
Liberação de fáscia e musculatura profunda. Complementa protocolos onde a tensão acumulada impede o resultado do ajuste estrutural.
Técnica da Medicina Tradicional Chinesa que utiliza calor terapêutico para estimular pontos de acupuntura. Indicada em casos de déficit circulatório e processos inflamatórios crônicos.
Técnica japonesa que mapeia e trata o corpo inteiro por pontos específicos no abdômen. Raros profissionais no Brasil dominam esse microssistema — Fábio é formado diretamente pelo CEATA/SP.
A escolha das técnicas é feita na avaliação. O protocolo muda conforme o caso. Essa flexibilidade é parte do que torna o resultado mais preciso.
A prática clínica do Fábio não segue um protocolo único porque os corpos não são iguais. Cada pessoa traz uma história, um padrão de compensação e uma origem diferente para a dor.
O que orienta a avaliação é sempre a mesma pergunta: por que a dor está onde está? Não o que o exame mostra. Não o que o histórico diz. O que o corpo está comunicando quando você aprende a escutar.
A dor é um sintoma, não uma causa. O tratamento eficaz começa por encontrar a origem, não por suprimir o sinal.
O corpo funciona como sistema. Tratar uma parte sem entender a cadeia é resolver o visível e ignorar o que gerou o problema.
A avaliação precisa ser completa antes de qualquer técnica. O protocolo nasce do diagnóstico, nunca antes dele.
Nenhum caso é igual. A experiência clínica e a formação servem para ampliar o repertório, não para encaixar cada pessoa num template.
Não existe protocolo fixo. A avaliação integrativa parte do seu histórico, do seu padrão de movimento e do que o seu corpo comunica. Uma sessão para descobrir o que ainda não foi visto.
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