A maioria das dores lombares que persistem tem uma causa que ainda não foi encontrada. Não é falta de fisioterapia, não é falta de medicação. É um padrão de compensação que o corpo fixou e que o tratamento convencional não enxergou. A avaliação integrativa começa por esse ponto.
Na primeira sessão a dor reduziu mais de 70%. Voltei três vezes e não tive mais recaída.
Juliana P.O local da dor quase nunca é o local da origem.
Quando uma articulação perde mobilidade, as vizinhas assumem a função. O corpo não avisa, apenas compensa até que a estrutura entre em sobrecarga.
O ponto de dor é quase sempre o ponto de sobrecarga, não o ponto de origem. Tratar a sobrecarga alivia. Tratar a origem resolve.
Com o tempo, o corpo para de perceber a compensação como problema. A dor se torna parte da rotina. A avaliação integrativa rompe esse ciclo.
Fábio ouve o histórico completo antes de qualquer toque. O que você conta direciona toda a avaliação.
Postura, mobilidade articular, tensões e compensações são mapeadas. O corpo mostra onde o sistema está travado.
O ponto que gera a cascata de compensação é localizado. Na maioria dos casos, não é onde a dor aparece.
Quiropraxia, acupuntura, New Seitai ou ventosaterapia. As técnicas que o seu quadro exige, aplicadas na mesma sessão.
Lombar travada faz dois anos. Cheguei achando que ia precisar de cirurgia. Na hora que levantei da maca já estava diferente. Não consigo nem explicar como foi rápido.
Fui indicada por uma amiga quando estava com dor lombar que não cedia com nada. Na primeira sessão a dor reduziu mais de 70%. Voltei três vezes e não tive mais recaída.
Trabalho como motorista e a lombar travada virou rotina. O Fábio explicou cada passo do que estava fazendo. Saí entendendo meu corpo de um jeito que nenhum médico tinha me explicado.
A dor lombar responde especialmente bem à combinação de técnicas. Na avaliação, Fábio identifica quais são indicadas para o seu quadro específico.
As técnicas são integradas conforme o quadro. Nunca aplicadas isoladamente.
A gravidade depende do quadro específico. A avaliação integrativa identifica se há indicação para tratamento conservador ou se o caso exige encaminhamento para outro profissional. Isso é comunicado ainda na primeira sessão, com transparência.
Quadros agudos costumam responder bem entre 3 e 6 sessões. Quadros crônicos têm protocolos mais longos, com reavaliação a cada sessão. Muitos pacientes percebem alívio significativo já na primeira visita.
Não é obrigatório. Se tiver ressonância, raio-x ou tomografia recente, pode trazer. Mas a avaliação começa sempre pelo corpo do paciente, não pela imagem. Muitas vezes o corpo mostra coisas que a imagem não revela.
A maioria dos procedimentos não causa dor. Pode haver sensibilidade em áreas com inflamação aguda, mas isso é comunicado antes de qualquer intervenção. O paciente nunca é pego de surpresa.
Sim. Tensão emocional crônica gera padrões de contração muscular que podem contribuir para a dor lombar. A avaliação integrativa considera esses fatores e trabalha também sobre eles quando necessário.
Avaliação integrativa e tratamento acontecem juntos. Sem triagem, sem consulta só para avaliar. As técnicas que o corpo precisa são aplicadas desde o início do atendimento.
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